Mary Jo Foley, cansada (óunn!) das discussões “Windows vs. Linux” que seus leitores provocavam no espaço para comentários sempre que tocava no assunto Windows Home Server, chamou um aficcionado por Linux para dar uma olhada no sistema, e por fim, emitir uma opinião. O texto foi publicado anteontem, e o resultado ficou legal.

O escolhido para fazer o review foi Jason Perlow, integrador de sistemas e escritor freelance. Antes de entrar no mérito, ele diz que embora há dez anos escreva só sobre open source, gosta dos Windows “clássicos” (XP e Server 2003) por serem sólidos e estáveis.

Sobre o Windows Home Server, tece muitos elogios ao sistema. Inclusive exagera quando comenta o software Windows Home Server Console, dizendo que adoraria ver a Microsoft produzindo-o para Linux e Mac OS X. Na seqüência, diz aquilo que todos sabemos: O WHS é, na realidade, um Windows Server 2003 R2 modificado. Isso tem seus prós e contras, mas o saldo é positivo. Um detalhe legal que ele comenta é que a Microsoft vende o WHS em regime OEM, por cerca de U$ 200,00.

Há críticas, evidentemente. São as seguintes: falta de drivers desenhados especificamente para o sistema; incompatibilidade com programas escritos exclusivamente para Windows XP. Ou seja, duas “heranças” do sistema no qual foi baseado, o Server 2003. Ele também preferiria que a Microsoft lançasse o WHS como um complemento aos Windows existentes, e não como um novo sistema operacional.

Como não poderia deixar de haver num texto escrito nessas condições, há comparações com soluções Linux. Ele diz que quem deseja ir direto a soluções baratas, tem à disposição SME Server, BlueQuartz e OpenFiler, todas distros Linux. A diferença é que estas já vêm integradas a soluções built-in de roteadores no que diz respeito ao acesso remoto. Nada muito grave, acho eu.

Finalizando o texto, Perlow diz que dá ao Windows Home Server um sinal de positivo. Nada mal, não?