A IBM liberou, hoje, o Lotus Symphony 1, sua (não tão) aguardada suíte de escritório, composta por editor de textos, planilha eletrônica e apresentação de slides - ou seja, o básico.
A bem da verdade, tenho que dizer que o visual do programa é muito bom. Para começar, ele trabalha com abas. As barras se adaptam de acordo com o tipo de arquivo que está aberto, e há uma coluna lateral que dá acesso rápido a muitas das funções mais comuns. Há a possibilidade de se abrir sites dentro da janela do Symphony, numa aba qualquer. A engine utilizada é a do Internet Explorer.

Tudo legal, tudo bonito, mas um ponto crucial em que o Symphony falha feio é na velocidade. Abrir o programa é um parto, e mesmo um novo documento demora bem mais do que nos concorrentes, em especial o paradigma, digo, o Microsoft Office 2007. Levar o tempo que um Photoshop da vida leva para abrir, para simplesmente digitar um texto, é algo que enerva muito usuário - e com razão.
O Lotus Symphony trabalha com OpenDocument Format (ODF), e até agosto deste ano conversará com Open XML (OOXML) também. O programa é gratuito, o instalador tem singelos 192 MB, e pode ser baixado aqui.
É sempre bom vermos mais e mais opções aparecendo no mercado, mas é melhor ainda quando as novidades chegam para suprir falhas encontradas nos programas veteranos. Uma das maiores críticas, justificadas, inclusive, ao OpenOffice.org, é a demora na inicialização do programa. Por que não investem nisso, e fazem algo funcional e extremamente rápido? Alguém sabe? Alguém? Alguém?
Quem escreveu?
Rodrigo P. Ghedin. 23 anos, paranaense, blogger, MVP Microsoft, acadêmico de Sistemas de Informação, leitor voraz, cinéfilo padawan e peladeiro de PES. Windows-user desde 1996. Powered by "PC frank" e Dell Vostro 1000, ambos rodando Windows 7 Ultimate.
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