
RIP Popfly.
De tempos em tempos, uma tendência/mania/febre varre a Internet. Há dois anos, o termo “mashup” entrou no vocabulário de muita gente, e logo surgiram os criadores de mashups, serviços que combinavam outros serviços para a criação de novos. A Yahoo! apresentou o Pipes, a Google um eterno beta fechado de seu editor, e a Microsoft apareceu com o Popfly.
Tive o privilégio de ser um dos primeiros a ver a então nova ferramenta da Microsoft em ação, e gostei muito do que vi. Não sou programador, mas a facilidade com que a pessoa que demonstrava a ferramenta trabalhava impressionou. Aquilo nas mãos de programadores deveria ser um sonho.
Algum tempo depois do anúncio, e de ter passado de beta fechado para aberto, o Popfly acrescentou suporte para a criação de games, e, aparentemente, crescia. Mas, por anúncio recente, parece que não cresceu o suficiente. A Microsoft anunciou que, no dia 24 de agosto, o Popfly será descontinuado. O serviço sairá do ar, e todo o conteúdo existente nele também. A Microsoft, no anúncio, pede para que os interessados em continuar desenvolvendo “migrem” para outras áreas da empresa, de acordo com o foco preferido/adotado no Popfly:
- Aplicações web: Microsoft Web Platform Installer;
- Games para Xbox: Microsoft XNA ou Microsoft Kudo;
- Programação para Windows: Microsoft Express.
A Internet vive de tentativas, e sendo o que são, nem todas dão certo. Apesar do início forte e proposta promissora, o Popfly não vingou. Valeu pelos dois anos em que esteve disponível.
Fonte: TechCrunch.
Quem escreveu?
Rodrigo P. Ghedin. Blogger, MVP Microsoft, acadêmico de Sistemas de Informação, bacharel em Direito, leitor voraz, cinéfilo padawan e peladeiro de PES.
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