De repente, o Chrome ganhou outras 40 mil "extensões". Não exatamente extensões, mas aqueles maravilhosos userscripts, pequenos trechos de código que mudam detalhes de uma página. Removem publicidade, alteram o layout, acrescentam recursos visuais. Tem muita coisa boa.
Os userscripts, utilizáveis no Firefox através da extensão Greasemonkey, funcionam nativamente no Chrome 4.0 e posteriores. Eles comportam-se como se fosse extensões; a forma de instalação e o aparecimento deles na aba de gerenciamento são os mesmos delas.
Aaron Boodman, desenvolvedor do Greasemonkey e, atualmente, engenheiro de software do Google, disse no blog do Chromium que até 25% dos userscripts podem não funcionar corretamente no Chrome, graças a alguns trechos criados com o Firefox em mente. Ainda que seja 25% de baixas, continuamos com mais 30 mil novas "extensões".
Para desbravar o mundo dos userscripts, um bom ponto de partida é o site userscripts.org.
Fonte: Lifehacker.
Quem escreveu?
Rodrigo P. Ghedin. Blogger, MVP Microsoft, acadêmico de Sistemas de Informação e bacharel em Direito.
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