Numa apresentação recente no TED, Blaise Agüera y Arcas, arquiteto da Microsoft que trabalha no Bing Maps, o serviço de mapas da empresa, mostrou algumas novidades que, em breve, deverão estar disponíveis a todos. Algumas delas, aliás, já estão; com restrições, mas já podemos ver, in loco, o que o futuro nos reserva.
Antes, a apresentação:
Três aspectos são de cair o queixo.
Primeiro, o app Streetside Photos. Baseado no Flickr, o Bing Maps identifica sua posição no mapa, e busca, no acervo de imagens do Flickr, fotografias tiradas naquela região e marcadas por geolocalização. As fotos importadas do Flickr sobrepõem as imagens do banco do Bing, com mais qualidade e de locais onde um carro munido com uma câmera no topo não consegue chegar.
Esse recurso já está disponível na versão em Silverlight, e funciona nas seguintes cidades: San Francisco, Seattle e Vancouver.
Parece muito? Pois a experiência melhora. Existe (e é demonstrada) a possibilidade de, no mesmo esquema, visualizar vídeos em tempo real, de algum ponto específico do mapa que esteja sendo feito por alguém. A tecnologia parece bastante experimental, mas funciona de maneira graciosa. Isso em conjunto com um app tipo o Qik, tem um potencial incalculável.
Por fim, mas não menos impressionante, o Bing Maps ainda integra-se à base de dados do Worldwide Telescope, um programa que possibilita navegar e conhecer o espaço, e mostra o céu a qualquer hora da noite, com as constelações e outros astros de lá, com informações de sobra e integração perfeita com o resto da aplicação.

Constelações no Bing Maps.
Fonte: Tecnoblog.
Quem escreveu?
Rodrigo P. Ghedin. Blogger, MVP Microsoft, acadêmico de Sistemas de Informação e bacharel em Direito.
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